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Domingo, Agosto 05, 2007

Às vezes, a propósito de outra coisa qualquer,dou comigo a ler velhos blocos de apontamentos encontrados pelos cantos, onde a realidade objectiva se misturava com 'desabafos' íntimos que me permitiam continuar a viver, sem chatear muito as pessoas...
Assim, pelos meus vinte anos, quando ainda ninguém falava em globalização, eu escrevia a propósito do Amor e do homem sonhado que eu mais tarde iria encontrar:
« E no dia em que encontrar esse homem, (irei) segui-lo sem pensar em nada - nem dinheiro, nem valores morais, nem profissão nem pátria. Porque nada é tão sagrado como a vida».

QUE JOVEM!

( Uma pessoa pode ser bastante ridícula sem se dar conta!...)