A vida chega a doer...
Seja o que for, era melhor não ter nascido.
Porque de tão interessante que é a todos os momentos,
A vida chega a doer, a enjoar, a cortar, a roçar, a ranger,
A dar vontade de dar gritos, de dar pulos, de ficar no chão, de sair
Para fora de todas as casas, de todas as lógicas e de todas as sacadas
E ir ser selvagem para a morte entre árvores e esquecimentos,
Entre tombos e perigos e ausência de manhãs,
E tudo isto devia ser qualquer coisa mais parecida com o que eu penso,
Com o que eu penso ou sinto que não sei qual é, ó vida.
Porque de tão interessante que é a todos os momentos,
A vida chega a doer, a enjoar, a cortar, a roçar, a ranger,
A dar vontade de dar gritos, de dar pulos, de ficar no chão, de sair
Para fora de todas as casas, de todas as lógicas e de todas as sacadas
E ir ser selvagem para a morte entre árvores e esquecimentos,
Entre tombos e perigos e ausência de manhãs,
E tudo isto devia ser qualquer coisa mais parecida com o que eu penso,
Com o que eu penso ou sinto que não sei qual é, ó vida.

1 Comments:
quem escreveu?
By Anonymous, at 23:59
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