Quinta-feira, Setembro 30, 2004
Hoje já ia perdendo a paciência com estes computadores - são demasiado lentos e é dificil saltar de blog para blog. Enfim mas com todas estas dificuldades é de louvar haver numa vilória pequena de trás-os-montes um espaço internet onde qualquer pessoa pode vir e estar o tempo que quiser. GRATUITAMENTE!
Hoje houve feira e lá fui eu mercar. É giro encontrar toda a gente das aldeias etc. Por acaso não vi o sr Zézinho para saber como vão as nossas 'florestas' de palmo e meio com muita sorte... qualquer dia tenho que ir à serra saber disso.
Na casa do meu avô continuo a sentir-me bem . Ontem fui até um quarto lá de cima e encontrei numa gaveta os desenhos da minha mãe para fazer bordados. E havia também revistas de modas de 1926 - estas deviam ser da minha avó pois a minha mãe só tinha na altura os seus treze anos.
Os fantasmas da casa andam à solta e consigo conviver com eles cordialmente... quando cheguei naquela noite de lua cheia, senti-os adejar no ar pelos quartos e corredores.
E então pus música - um tango dos 'gottan' project' (não sei se escrevi bem) e todos dansàmos, até o sr. Francisco.
Quarta-feira, Setembro 29, 2004
Nas férias
Estou na casa do meu avô.
Para aqui chegar passei nove longas horas no carro, correndo umas vezes, outras andando quase a passo por estradas em obras e entalada entre duas camionetes de longo curso... Mas enfim cá cheguei, quando a lua cheia ia já alta no céu e iluminava a estrada e os montes.
Ontem tive o meu primeiro contacto com a terra, quando à noite fui ao café do costumee reencontrei o grupo do partido da oposição.
As velhas manhas campesinas aprendem-se depressa...
Interessante ver como o engenheiro do grupo , no meio de uma verborreia de esquerda, consegue manter-se respeitado, com grandes famas de competência, mas sem fazer nada - ora se zanga com os orgãos do poder, que são seus amigos, ora se zanga (por culpa dos outros) com os orgãos do poder que são seus inimigos...tudo isto é extremamente interessante.
Hoje está um calor dos diabos mas lá emcasa não se sente nada - defendem-me paredes de um metro de espessura, que não deixam entrar o calor do sol.
Está-se bem em casa do meu avô.
Terça-feira, Setembro 28, 2004
Domingo, Setembro 26, 2004
Partida
É uma hora da tarde e as malas acumulam-se ainda no hall. Isto é assim, o sentido de pressa do meu filho... A quem sairá ele?
Quinta-feira, Setembro 23, 2004
Saudades
Estou convencida que os mortos nos vêm visitar quando deles precisamos.
Os meus vêm ter comigo em sonhos feitos fantasmas, e dão-me sempre uma visão mais clara e lúcida da vida ou das coisas ou das gentes...
Tenho tido visitas inesperadas de pessoas que nem pensei que me amassem tanto e a quem não dei, talvez, o devido valor enquanto viveram.
Eles vêem as situações mais claramente que nós, com uma limpidez cristalina, por vezes. Não é que sejam mais espertos; não têm é este turbilhão de sentimentos que nos cega.
É assim a vida - viver é sentir.
Foi assim que o João expulsou hoje, com um só gesto, os charlatães que se alojavam na velha loja da casa.
Os meus vêm ter comigo em sonhos feitos fantasmas, e dão-me sempre uma visão mais clara e lúcida da vida ou das coisas ou das gentes...
Tenho tido visitas inesperadas de pessoas que nem pensei que me amassem tanto e a quem não dei, talvez, o devido valor enquanto viveram.
Eles vêem as situações mais claramente que nós, com uma limpidez cristalina, por vezes. Não é que sejam mais espertos; não têm é este turbilhão de sentimentos que nos cega.
É assim a vida - viver é sentir.
Foi assim que o João expulsou hoje, com um só gesto, os charlatães que se alojavam na velha loja da casa.
Outono
Apetece-me deitar nas folhas secas do parque
e fechar os olhos.
As que ainda estão nas árvores tombarão sobre mim
e quando o Inverno passar,
todas faremos parte
do húmus.
e fechar os olhos.
As que ainda estão nas árvores tombarão sobre mim
e quando o Inverno passar,
todas faremos parte
do húmus.
Terça-feira, Setembro 21, 2004
A loucura
Hoje apetece-me pôr aqui esta frase que durante anos pautou o meu agir:
" Sans la reconnaissance de la valeur humaine de la folie, c'est l'homme même qui disparaît ".
François Tosquelles in L'enseignement de la folie
" Sans la reconnaissance de la valeur humaine de la folie, c'est l'homme même qui disparaît ".
François Tosquelles in L'enseignement de la folie
Sábado, Setembro 18, 2004
VANDALISMO
Estou revoltada! Há coisas que me custam a engolir.
Imaginem que agora ao sair com o meu cão e pôr o saco no lixo, encontro a entrada do prédio toda suja de terra, uma janela que não sei onde pertence... enfim, coisas fora do normal. Só ao regressar é que de repente me lembrei - foi a palmeira. Pois é, roubaram-nos a palmeira que tinhamos à entrada.
É chato que estas coisas aconteçam, bolas! Eu falo por mim, as plantinhas à entrada davam uma certa frescura, eram reconfortantes, depois de um dia de trabalho.
Vândalos estúpidos! Nesta cidade nada se aguenta!
Imaginem que agora ao sair com o meu cão e pôr o saco no lixo, encontro a entrada do prédio toda suja de terra, uma janela que não sei onde pertence... enfim, coisas fora do normal. Só ao regressar é que de repente me lembrei - foi a palmeira. Pois é, roubaram-nos a palmeira que tinhamos à entrada.
É chato que estas coisas aconteçam, bolas! Eu falo por mim, as plantinhas à entrada davam uma certa frescura, eram reconfortantes, depois de um dia de trabalho.
Vândalos estúpidos! Nesta cidade nada se aguenta!
Horas
Não sei porquê, a esta hora cai em cima de mim uma melancolia que é dificil de superar. Isto é uma coisa cíclica. Esta hora catapulta-me para um outro mundo em que nada me atinge, nem pessoas, nem barulho, nem nada. Fico só eu.
O meu filho que me conhece, aproveitava esta hora para fazer grandes asneiras porque sabia que eu 'não estava cá'.
Quero lutar contra o abatimento! Vá lá deiam uma ajudinha. Definam-me objectivos! Pelo menos até que a noite caia.
O meu filho que me conhece, aproveitava esta hora para fazer grandes asneiras porque sabia que eu 'não estava cá'.
Quero lutar contra o abatimento! Vá lá deiam uma ajudinha. Definam-me objectivos! Pelo menos até que a noite caia.
Sexta-feira, Setembro 17, 2004
Quinta-feira, Setembro 16, 2004
Os demónios de Antoine
Quem olhar para aqueles olhos azuis não imagina que escondem demónios tão grandes!...
Antoine foi uma criança mal tratada. Diz que sempre teve uma péssima relação com os pais, sobretudo com a mãe. Estremece ao contar a rejeição da mãe, os ralhos, os castigos físicos que sofreu, o abandono.
Nasceu em França e aí estudou até aos catorze anos, altura em que foi mandado embora para Portugal, para uma vaga avó, que pouco lhe dizia. Aqui aprendeu sozinho a vencer as agruras da adolescência e a tornar-se um homem.
E ainda hoje, que já é adulto e até mesmo pai, pergunta aflitivamente para dentro de si:- mas porquê, o que foi que eu fiz?
Antoine foi uma criança mal tratada. Diz que sempre teve uma péssima relação com os pais, sobretudo com a mãe. Estremece ao contar a rejeição da mãe, os ralhos, os castigos físicos que sofreu, o abandono.
Nasceu em França e aí estudou até aos catorze anos, altura em que foi mandado embora para Portugal, para uma vaga avó, que pouco lhe dizia. Aqui aprendeu sozinho a vencer as agruras da adolescência e a tornar-se um homem.
E ainda hoje, que já é adulto e até mesmo pai, pergunta aflitivamente para dentro de si:- mas porquê, o que foi que eu fiz?
Quarta-feira, Setembro 15, 2004
Amanhã é feriado
A véspera de um feriado é ainda melhor que o feriado, acho eu.
A pessoa janta com calma e pensa que ainda tem muito tempo para fazer as coisas todas que quiser. Não é preciso ter pressa, não é preciso lavar a loiça, não é preciso pensar na máquina da roupa...
Na véspera dos feriados espreguiço-me na cadeira, fecho os olhos e dou-me ao luxo de sonhar.
É claro que a vida volta a pôr tudo no lugar (como não podia deixar de ser) mas até esta certeza dá mais gosto aos sonhos.
Posso vaguear livremente porque sei que ela me há-de trazer.
Por isso nos rimos tanto com o Cristian! A vida não tem que ser desértica.
A pessoa janta com calma e pensa que ainda tem muito tempo para fazer as coisas todas que quiser. Não é preciso ter pressa, não é preciso lavar a loiça, não é preciso pensar na máquina da roupa...
Na véspera dos feriados espreguiço-me na cadeira, fecho os olhos e dou-me ao luxo de sonhar.
É claro que a vida volta a pôr tudo no lugar (como não podia deixar de ser) mas até esta certeza dá mais gosto aos sonhos.
Posso vaguear livremente porque sei que ela me há-de trazer.
Por isso nos rimos tanto com o Cristian! A vida não tem que ser desértica.
Terça-feira, Setembro 14, 2004
Souvenirs de la Maison des Fous
Petite et belle elle peut vivre sans miroir
Petite et belle elle peut vivre sans espoir
Les longs charrois de nuit et l'aube à petit feu
Ont dégradé son corps ont dévasté son coeur
Vivre toujours peut-être et patient je regarde
Le jour pâle épouser sans plaisir ses yeux vagues.
Paul Eluard
Segunda-feira, Setembro 13, 2004
Gostar dos Outros
Não consigo afastar de mim esta mágoa...
Em princípio eu gosto das pessoas; tenho sempre boas desculpas para justificar coisas menos agradáveis - caracteristicas da personalidade, falta de 'fair play', estados do humor... enfim há sempre boas razões para gostarmos dos outros. Mas a arrogância, a superioridade, a displicência com que nos magoam, isso eu não posso perdoar.
A essa gente ponho a uma distância de anos de luz em relação a mim. Continuarão a fazer parte do Universo, mas tão longe que eu não as poderei ver.
Dentro de mim ficará apenas o sentimento de mágoa, até, é claro, que um outro sentimento qualquer o substitua.
Em princípio eu gosto das pessoas; tenho sempre boas desculpas para justificar coisas menos agradáveis - caracteristicas da personalidade, falta de 'fair play', estados do humor... enfim há sempre boas razões para gostarmos dos outros. Mas a arrogância, a superioridade, a displicência com que nos magoam, isso eu não posso perdoar.
A essa gente ponho a uma distância de anos de luz em relação a mim. Continuarão a fazer parte do Universo, mas tão longe que eu não as poderei ver.
Dentro de mim ficará apenas o sentimento de mágoa, até, é claro, que um outro sentimento qualquer o substitua.
A HORA MAIS TERNA DA NOITE
Eu logo vi que a agenda era grande de mais... Só consegui fazer metade, mas enfim, o que fiz foi algo de muito importante.
Ando a ter problemas com a escrita e isto chateia-me. Eu que na escola primária não dava erro nenhum, agora dou erros ortográficos quando escrevo no computador! Não sei escrever as palavras ou quê? Fico furiosa comigo própria quando isto me acontece. Até já arranjei uma cartilha maternal do João de Deus... que bem posso ler...
Bom, já é tarde. Parece que o vento agora serenou e a noite tornou-se calma. Estou a lembrar-me de Falstaff que dizia que esta era a hora mais terna da noite. Acho que vou dormir e preparar-me para amanhã ouvir o sr. bagão. Mal posso esperar...:)
Ando a ter problemas com a escrita e isto chateia-me. Eu que na escola primária não dava erro nenhum, agora dou erros ortográficos quando escrevo no computador! Não sei escrever as palavras ou quê? Fico furiosa comigo própria quando isto me acontece. Até já arranjei uma cartilha maternal do João de Deus... que bem posso ler...
Bom, já é tarde. Parece que o vento agora serenou e a noite tornou-se calma. Estou a lembrar-me de Falstaff que dizia que esta era a hora mais terna da noite. Acho que vou dormir e preparar-me para amanhã ouvir o sr. bagão. Mal posso esperar...:)
Domingo, Setembro 12, 2004
desorganização mental?
Eu não dizia ontem que ia mergulhar no sono? Pois foi, mergulhei até à 1hda tarde- 13h, nada menos. Isto apesar do pesadelo que tive. Bom, pensando bem não vou falar do pesadelo - este vai ficar para o meu diário secreto.
Afinal fartei-me de trabalhar embora no meio da tarde passasse por um período meio desorientado, estilo Molloy, sem saber muito bem para que lado ir.
( Que isto também tem que acabar, andar assim arrastada pelas personagens... )
Mas sempre atinei com a cozinha e com o que tinha de fazer nela.
Fazia-me jeito uma espécie de agenda onde cada noite assentasse o que queria/tinha fazer no dia seguinte. É que à noite parece-me ver tudo com nitidez; mas vou deitar-me, durmo e o dia seguinte já é outra coisa, a realidade parece diferente e acabo por fazer coisas nem sempre coincidentes com as que pensei na véspera. Às vezes é bom, outras nem por isso.
É assim uma espécie de desorganização que se abate sobre mim e da qual não consigo sair. Talvez o Pedro me ajude.
Afinal fartei-me de trabalhar embora no meio da tarde passasse por um período meio desorientado, estilo Molloy, sem saber muito bem para que lado ir.
( Que isto também tem que acabar, andar assim arrastada pelas personagens... )
Mas sempre atinei com a cozinha e com o que tinha de fazer nela.
Fazia-me jeito uma espécie de agenda onde cada noite assentasse o que queria/tinha fazer no dia seguinte. É que à noite parece-me ver tudo com nitidez; mas vou deitar-me, durmo e o dia seguinte já é outra coisa, a realidade parece diferente e acabo por fazer coisas nem sempre coincidentes com as que pensei na véspera. Às vezes é bom, outras nem por isso.
É assim uma espécie de desorganização que se abate sobre mim e da qual não consigo sair. Talvez o Pedro me ajude.
Sábado, Setembro 11, 2004
O principio do Fim (de semana)
Nas sextas-feiras à noite sinto uma tal descompressão perante a perspectiva do fim de semana, que ninguém pode imaginar!
Percorro todos os programas da televisão e se não houver nada de jeito (o que acontece frequentemente) ponho-me a ler um livro sem pensar nas horas e a vida parece-me mais fácil.
Por vezes esta descompressão tão grande que acaba por me dar sono e lá vou para a cama com o livro e o beethoven atrás de mim e pouco tempo depois estou a dormir profundamente.
Gosto das noites de sexta. Mesmo que venha cansada o ar parece mais leve, os objectos parecem perder as suas arestas, amanhã será sábado e no sábado ainda terei o domingo para preparar tudo para uma nova semana de trabalho.
Nãoo é que não goste de trabalhar, até gosto, mas tenho uma profissão tão desgastante, que preciso absolutamente de silêncio para poder viver.
Bom, falei.
Agora vou ler mais um bocadinho do "Molloy" do Beckett e mergulhar no sono.
Percorro todos os programas da televisão e se não houver nada de jeito (o que acontece frequentemente) ponho-me a ler um livro sem pensar nas horas e a vida parece-me mais fácil.
Por vezes esta descompressão tão grande que acaba por me dar sono e lá vou para a cama com o livro e o beethoven atrás de mim e pouco tempo depois estou a dormir profundamente.
Gosto das noites de sexta. Mesmo que venha cansada o ar parece mais leve, os objectos parecem perder as suas arestas, amanhã será sábado e no sábado ainda terei o domingo para preparar tudo para uma nova semana de trabalho.
Nãoo é que não goste de trabalhar, até gosto, mas tenho uma profissão tão desgastante, que preciso absolutamente de silêncio para poder viver.
Bom, falei.
Agora vou ler mais um bocadinho do "Molloy" do Beckett e mergulhar no sono.
Terça-feira, Setembro 07, 2004
O Beethoven
Neste cair de tarde há uma certa melancolia em mim.
Quem me atura é o meu cão que se senta ao meu lado e me olha com um olhar tão doce e sofrido que o sentido do mundo se volta às avessas e a melancolia se transforma.
Não perturba o silêncio. Dá-lhe é um outro sentido.
Quem me atura é o meu cão que se senta ao meu lado e me olha com um olhar tão doce e sofrido que o sentido do mundo se volta às avessas e a melancolia se transforma.
Não perturba o silêncio. Dá-lhe é um outro sentido.
Segunda-feira, Setembro 06, 2004
Domingo, Setembro 05, 2004
"Pérolas a porcos"
O dia que até começou bem, acabou por me trazer uma certa tristeza,por causa das alhadas em que me meti.
Costumo ir visitar uns posts de um blog, feitos por um rapaz que eu penso que até tem um certo talento para escrever, e que diz ser gay, mas que no último post se lembrou de pôr um homem em cuecas da marca 'sauvage'. Não tanto pelo blog mas sobretudo pelos comentários dos amigos que só faziam referência à posição do penis do modelo,comentei que o blog se estava a tornar um pouco porco e o quanto isso me desiludia.
A reacção deles foi extremamente agressiva mas coesa. Daqui tirei preciosas lições, que não voltarei a esquecer.
O que é que eles não suportam?
O que eu digo? Não me parece assim tão grave...
Ou será a heterossexualização do 'grupo dos comentários'?
Chamam dar "pérolas a porcos" às palavras que o autor do blog me dirige...
Isto enche-me de pena e faz-me também sorrir...
Costumo ir visitar uns posts de um blog, feitos por um rapaz que eu penso que até tem um certo talento para escrever, e que diz ser gay, mas que no último post se lembrou de pôr um homem em cuecas da marca 'sauvage'. Não tanto pelo blog mas sobretudo pelos comentários dos amigos que só faziam referência à posição do penis do modelo,comentei que o blog se estava a tornar um pouco porco e o quanto isso me desiludia.
A reacção deles foi extremamente agressiva mas coesa. Daqui tirei preciosas lições, que não voltarei a esquecer.
O que é que eles não suportam?
O que eu digo? Não me parece assim tão grave...
Ou será a heterossexualização do 'grupo dos comentários'?
Chamam dar "pérolas a porcos" às palavras que o autor do blog me dirige...
Isto enche-me de pena e faz-me também sorrir...
Sábado, Setembro 04, 2004
VIOLÊNCIA
Não deve haver maior dor que a de uma mãe ou de um pai ver o nome do filho na lista dos mortos espetada na parede!
O vil metal
O vil metal faz girar o mundo - é uma frase banal, mais que sabida, mas fico sempre chocada quando a vejo desenhada na prática.
Às vezes digo aqui que não sei onde meter os doentes; deveria dizer os doentes pobres, porque quando são ricos, podres de ricos e velhos, os filhos de per si até metem advogados para os reclamar. E há tribunais ao barulho e etc..
Deve ser muito triste ser " amado " pelo dinheiro!!!!!!!!
Às vezes digo aqui que não sei onde meter os doentes; deveria dizer os doentes pobres, porque quando são ricos, podres de ricos e velhos, os filhos de per si até metem advogados para os reclamar. E há tribunais ao barulho e etc..
Deve ser muito triste ser " amado " pelo dinheiro!!!!!!!!
